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PÂNICO
O Transtorno do Pânico ou Síndrome
do Pânico é uma condição mental psiquiátrica que faz com que o
indivíduo tenha ataques de pânico esporádicos, intensos e muitas vezes
recorrentes.
Indivíduos com o transtorno do pânico
geralmente têm uma série de episódios de extrema ansiedade, conhecidos
como ataques de pânico. Tais eventos podem durar de alguns minutos a
horas, e podem variar em intensidade e sintomas específicos no decorrer da
crise (como rapidez dos batimentos cardíacos, experiências psicológicas
como medo incontrolável, etc.).
Alguns indivíduos enfrentam esses episódios
regularmente – algumas vezes diariamente ou semanalmente. Os sintomas
externos de um ataque de pânico geralmente causam experiências sociais
negativas como vergonha, estigma social, ostracismo, etc.). Como resultado
disto, boa parte dos indivíduos que sofrem de transtorno do pânico também
desenvolvem agorafobia.
O transtorno do pânico é um sério problema de
saúde mas pode ser tratado. Geralmente ela é disparada em jovens adultos;
cerca de metade dos indivíduos que têm transtorno do pânico o manifestam
antes dos 24 anos de idade, mas algumas pesquisas indicam que a
manifestação ocorre mais freqüentemente dos 25 aos 30 anos. Mulheres são
duas vezes mais propensas a desenvolverem o transtorno do pânico do que os
homens.
O transtorno do pânico pode durar meses ou
mesmo anos, dependendo de como e quando o tratamento é realizado. Se não
tratado, pode piorar a ponto de afetar seriamente a vida social do
indivíduo, que tenta evitar os ataques e acaba os tendo. De fato, muitas
pessoas tiveram problemas com amigos e familiares ou perderam o emprego em
decorrência do transtorno do pânico. Alguns indivíduos podem manifestar os
sintomas freqüentemente durante meses ou anos, e então passar anos sem
qualquer sintoma. Em outros, os sintomas persistem indefinidamente. Existe
também algumas evidências de que muitos indivíduos – especialmente os que
desenvolvem os sintomas ainda jovens – podem parar de manifestar os
sintomas naturalmente numa idade mais avançada (depois dos 50 anos). É
importante, entretanto, não alterar qualquer tratamento ou medicação em
andamento sem um acompanhamento médico especializado.
Para indivíduos que procuram tratamento ativo
logo no início, grande parte dos sintomas pode desaparecer em algumas
poucas semanas, sem quaisquer efeitos negativos até o final do tratamento
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